
A cidade de Cedro, no Sertão de Pernambuco, vive mais um capítulo de embate político. A prefeita Riva Bezerra volta ao centro das atenções após nova tentativa de cassação articulada na Câmara de Vereadores. O presidente da Casa, Tiago de Vilmar, insiste no processo, mesmo após sucessivas derrotas na Justiça.
Desta vez, a questão chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Nunes Marques manteve a decisão que suspendeu o andamento do processo de cassação da gestora, acompanhando o entendimento já firmado em primeira e segunda instâncias. Com isso, o processo segue barrado, reforçando o entendimento de que houve irregularidades na condução da tentativa de afastamento.
A situação levanta questionamentos na população: até quando a Câmara vai insistir em uma medida que vem sendo derrubada judicialmente? Para aliados da prefeita, trata-se de perseguição política contra uma gestora que tem transformado Cedro em um verdadeiro canteiro de obras.
Quem anda pelas ruas da cidade vê praças revitalizadas, obras em andamento e investimentos espalhados por diversos pontos do município. A gestão de Riva Bezerra tem sido marcada por ações estruturais que mudaram o cenário urbano e elevaram a autoestima da população.
Enquanto isso, o clima político segue tenso. De um lado, a prefeita respaldada por decisões judiciais; do outro, a presidência da Câmara tentando reverter no campo político o que já foi derrotado no campo jurídico.
A pergunta que ecoa nas ruas de Cedro é clara: é fiscalização legítima ou perseguição política?